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sábado, 12 de julho de 2008

A Literatura Peruana



Imagem sobre a literatura peruanaFazendo um retrospecto sobre o que mostramos sobre o Peru, achamos que talvez tenhamos dado pouca atenção à cultura letrada deste país, o que pode parecer que esta é fraca ou pobre nas terras peruanas. Isso é mentira! Se demos mais atenção à cultura tradicional e popular, foi por sua beleza e particularidade e não por falta de opção. A cultura clássica no Peru é também muito forte e bela, como mostrou o nosso post sobre 'A Profecia Celestina', e fazendo uma pesquisa sobre quem se destaca na Literatura, descobrimos o Peru tem cinco escritores entre os melhores do mundo e 7 títulos na lista "1001 livro que você deve ler antes de morrer", uma seleção internacional feita por 160 especialistas em literatura. Para mostrar um pouco mais sobre a literatura peruana, fizemos uma pequena descrição dos maiores escritores do Peru, e suas obras. Aproveitem!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

“Olha o fogo, olha o fogaréu, queimando as pontas da palha do meu chapéu...”

Brasil x Perú


O mês de Junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das atrações peculiares de cada região. A festaimagem do são joão caipira no nordeste junina, que se inicia no dia 12 de Junho, véspera do Dia de Santo Antônio e se encerra no dia 29, dia de São Pedro. O ponto mais elevado da festa ocorre entre os dias 23 e 24, o Dia de São João, quando acontecem os festejos com as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, e em diversos municípios do interior da Bahia, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, um espaço ao ar livre cercado ou não, e onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa.

Em Cuzco, no Peru, a data também é bastante festejada. Não por ser o dia de uma figura cristã, mas, sim por ser o dia do deus da extinta civilização inca: o SOL. O dia 24 marca o solstício, no calendário peruano , onde há o renascimento do astro após a noite mais longa do Hemisfério Sul, o que deflagra virada do ano naquela região. Este simbolismo é considerado, desde a época dos incas, um dos mais importantes acontecimentos locais e é registrado, até hoje, através do ritual de devoção ao Sol chamado de Inti Raymi. Em outras palavras, é a tradicional Festa do Sol, o réveillon dos peruanos que atrai e diverte anualmente milhares de turistas.

Realizada num pátio entre as ruínas de Sacsayhuamán, um sítio arqueológico localizado a 3,5 quilômetros da cidade de Cuzco, a festa está entre uma das mais importantes do Peru. O evento é aberto com uma apresentação cênica e reúne mais de 300 atores que dão início aos festejos no início da manhã do dia 24 com um espetáculo de cerca de 3 horas de duração. Todos os participantes, além do público local, vestem-se com roupas e adereços semelhantes aos usados pelos incas, que adoravam o ouro e a prata. A festa, no entanto, dura o dia todo.

O espetáculo é dividido em partes. Primeiro, o culto: Inti Raymi. Depois, o sacrifício de duas lhamas para oferenda ao Sol e representando a sorte do novo ano que se inicia. Os animais eram sacrificados em um templo, onde hoje está o Convento de Santo Domingo, um dos mais antigos do Peru.
Após os sacrifícios, são oficialmente decretadas as festividades na cidade de Cuzco. Muita música folclórica, dança, comidas típicas, feiras de artesanato e outros espetáculos teatrais são os atrativos da ocasião que só termina 3 a 4 dias depois do Inti Raymi.

O interessante é que os habitantes envolvem-se com todos os preparativos e, até mesmo os turistas participam da produção da festa, colaborando na decoração da cidade. Apesar dos colonizadores espanhóis terem demolido grande parte das construções incas, Cuzco ainda resguarda muitas ruínas da antiga civilização, erguida há cerca de 1.100 A.c. Curtir as comemorações da Festa do Sol é mais uma opção para quem já curtiu muito o divertido São João brasileiro e quer curtir algo bem diferente.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Entrevista: Experiência de quem já foi ao Perú.

Vista do litoral de Lima Paredão em degraus de Maccu Picchu

Já que neste período estamos passeando pelo Perú, o IME resolveu que encontraria alguém que já tinha ido até lá para nos relatar algumas de suas experiências neste país que já deu pra perceber, tem grande diversidade cultural. Para essa empreitada convidei Ciliana Colombo, Engenheira civil e mochileira nata, poderia dizer até louca pelo mundo, para nos contar sua recente experiência no Perú.
Cathe (IME Violão): O que te fez querer ir ao Perú?
Ciliana:Era uma vontade antiga, desde que li o diário de viagem de um amigo e, nesse momento, foi por ter companhia para a viagem. Além de que eu gosto muito de lugares antigos, da paisagem com montanhas que o Peru tem muito, da música peruana, principalmente do som dos instrumentos de lá. Imagem da periferia de Lima
Cathe (IME Violão): Quais os lugares que você passou?
Ciliana: Eu visitei Lima, a região de Cusco, Puno e alguns lugares em Ancash e La Libertad.

Cathe(IME Violão): E Machu Picchu, você não conheceu?

Ciliana: Não falei antes, porque Machu Picchu fica na região de Cusco. Nessa região tem vários sítios arqueológicos, além da própria cidade de Cusco.
Cathe(IME Violão): Quais sítios que você visitou?
Ciliana: Em Cusco fui para, Qoricancha, que está dentro da cidade de Cusco, Q’enqo, Pukapukara, Saqsaywaan e Tambomachay que estão nos arredores. Esse passeio foi feito em uma tarde! Outro passeio que fiz foi ao Vale Sagrado, onde visitei os sítios de Chinchero, Ollantaytambo e Pisaq, esse passeio durou um dia inteiro, porque era um pouco mais longe de Cusco. Estes passeios são pacotes oferecidos por agências de turismo. Mas, eu visitei, ainda, sítios que não são muito conhecidos e, para os quais as agências de turismo não oferecem pacotes e requerem transporte individual, que são: Tipón, Pikillacta e Andahuaylillas. Ainda saindo de Cusco fui para Machu Picchu.

Cathe(IME Violão): E depois de Cusco, você foi para onde?
Ciliana:De lá segui para Puno, que é onde existe o lago Titicaca, lá eu visitei a Ilha Taquile e as Ilhas Flutuantes, onde vivem os “Uros”.
Perto de Puno, fui ao complexo arqueológico onde estão as Chullpas ou Pucullo, que são espécies de depositários de cadáveres.

Cathe(IME Violão): Você falou quer foi mais ao norte, onde exatamente?
Ciliana:Fui para a região de Ancash, na cidade de Huaraz de onde podia ir para o sítio arqueológico de Chavín de Huatar. E no mesmo passeio passei pelo Lago Querococha a 3980 de altitude, a maior altitude que cheguei. De Huaraz fui para Trujillo, que é o centro para ir para alguns outros sítios arqueológicos como: Chan Chan, Huaca de la Luna e Huaca del Arco Íris, que são basicamente construídos em terra, e também para Hunchaco, praia do Oceano Pacífico.

Cathe(IME Violão): Qual as cidades que você achou mais interessante?
Visão da paisagem de CuscoCiliana: Gostei de visitar todas, não tem uma que foi melhor, mas eu gosto do “desenho” da cidade espanhola e as que mais se parecem com as cidades espanholas, a meu ver, são Trujillo e Cusco, além de Lima, é claro. Nelas as praças são enormes e retangulares e tudo vai se desenvolvendo no seu entorno.
Cusco tem um padrão de construção mais antigo e o estilo do peruano que vive nessa região é mais próximo do que normalmente se conhece pelo mundo, por exemplo a forma de se vestir com roupas coloridas e com cores fortes. Enquanto que Tujillo é uma cidade mais moderna e os peruanos têm um estilo de vestir parecido com o Brasil.

Cathe(IME Violão): O deslocamento interno no país é muito caro?
Ciliana: Não, o transporte não é muito caro. Desloquei-me de Lima até Cusco de avião por U$ 160,00 ida e volta! Só o trem em Machu Picchu que foi caro, trem este que era específico para turistas. O deslocamento por trem custou U$240,00. Soube depois que poderia ter saído de Ollantaytambo, que fica mais perto de Machu Picchu, e teria pago bem menos, de trem ou outro meio de transporte, como de táxi.

Cathe(IME Violão): E o deslocamento dentro da cidades?
Ciliana:Em todas as cidades há muitos táxis e em qualquer lugar pode-se pegar um táxi por 3,00 a 5,00 soles, para deslocamentos curtos, o valor fica a cargo da negociação com o motorista pois não tem taximetro.

Cathe(IME Violão): O que você achou dos preços e do ambiente dos restaurantes, hotéis e pousadas por lá?
Ciliana: Não foi caro comer lá e achei que os restaurantes têm um ambiente legal, as pousadas também, até as mais simples têm um ambiente aconchegante, pelo menos as que estive.

Cathe(IME Violão): A gente sabe que o Peru é rico em artesanato. É fácil de encontrar? É muito caro?
Ciliana:Existem muitas feiras em todas as cidades. Em Cusco me informaram sobre um Mercado de Artesanato, que eu não tive tempo de conhecer. Em vários lugares que visitei tinha paradas rápidas para comprar artesanatos locais. Os preços de quase tudo é bem baixo.

Cathe (IME Violão): Qual o conselho/sugestão que você deixaria para os próximos que queiram visitar este país?
Ciliana: Se forem para Machu Pichu vejam se há táxi que vá até lá e se é vantajoso fazer o trajeto de táxi ou outro meio, mas que não seja por meio do trem que considero ter um valor acima do que deveria ter (U$240,00).

Cathe (IME Violão): Foi uma conversa maravilhosa que tive com Ciliana e, literalmente, mergulhei no Perú! Ela tirou várias fotos de lá e algumas estão aqui!O IME Violão agradece a colaboração de Ciliana e espera que tenha ainda outras entrevistas a realizar.

Do Peru, Ciliana trouxe um grão super energético típico da região, Quinua, o qual vi de perto e estava super curiosa para conhecer, só falta experimentar...Trouxe ainda um pó de preparo instantâneo de um suco chamado Chincha, feito de uma espécie de milho roxo, e eu pude ver de perto um grão deste milho, que de tão roxo é quase preto! Ela me mostrou uma lata do leite concentrado (tipo leite condensado) que os peruanos consomem, e que trouxe, pois, achou curioso. O leite é mais consistente que o nosso leite líquido e menos consistente que o leite condensado.
Vocês mochileiros, aproveitem bem essas informações e boa viagem!

terça-feira, 29 de abril de 2008

Livro A Profecia Celestina: Uma aventura nas florestas peruanas

Capa do livro a Profecia Celestina




Se você quer adentrar e ir fundo desbravando a magia das florestas do Perú, e não tem ainda grana para isso, tem a chance de fazê-lo lendo "A profecia celestina" de James Redfield, de quebra ainda ganha em ler um belo livro que nos traz um modo alternativo de vida mais equilibrida e guiado pelas intuições( ou coincidências).
O livro traz a aventura onde um antigo manuscrito é encontrado nas florestas peruanas, contendo nove visões que a humanidade precisa conhecer. Um homem se aventura para o alto das montanhas dos Andes para compreender o significado contido nestas nove visões. Cada uma dessas visões é apresentada e desenvolvida ao longo dos capítulos. "A primeira Visão nos alerta sobre as coincidências que acontecem em nossas vidas e não lhes damos a devida atenção. A Segunda Visão nos ajuda perceber que tudo faz parte de um todo, e nossa percepção sobre o amanhã deve contar com a compreensão do hoje e do ontem. A Terceira Visão fala sobre a energia que emana de todas as coisas e seres vivos. A Quarta Visão explica como os homens desprezaram a energia, e esta foi se tornando escassa fazendo com que, hoje, exista uma competição por ela, o que gera os conflitos. A Quinta Visão, fala sobre uma energia alternativa. A Sexta VisãCapa do DVD / Filme a Profecia Celestinao explica como devemos atingir um nível mental, que nos permita viver guiados pelas coincidências. A Sétima Visão ensina como devemos procurar e questionar novos pensamentos e incorporá-los. A Oitava Visão mostra como devemos quebrar os padrões de conduta para melhorar a energia entre nós. A Nona Visão diz que o homem vai conseguir evoluir e viver dando mais atenção ao que é realmente necessário." O livro é fascinante e se você imergir mesmo na aventura vai começar a perceber em sua vida as coincidências que passam despercebidas.
Recentemente o livro de Redfield virou filme. O DVd já está a venda nas lojas.Veja o
trailer



Veja como adquirir o livro Profecia Celestina
Veja como adquirir o DVD Profecia Celestina

terça-feira, 1 de abril de 2008

Música para os ouvidos



A cultura peruana é riquissima e com relação a música não é diferente, especula-se que no Peru o gosto pela música surgiu pelo menos a 10 mil anos atrás, pasmem! É o que comprova resquícios arqueológicos. Instrumentos como “quenas”, as “zampoñas”, os “pututos” (trombetas de conchas marinhas) são muito comuns, um grande número de instrumentos de sopro é fabricado com materiais como cana, barro, osso, cornos e metais preciosos, dando origem também a instrumentos de percusão. Como todo em todo país, o Peru também sofreu influências musicais de outras foto da banda peruana turbopótamos, que canta a música No lovelocalidades, de outras bandas, e novos ritmos.
O cenário rocker peruano tem inúmeras bandas do gênero. Além de Rock, tem bandas punk, indie, power pop... e por ai vai.
A Libido é um exemplo, com seu rock latino, tem influências de banda como the smiths, Beatles, ouça Nicotina e Lonely, umas das melhores no my space da banda.
Outra banda legal é a Turbopótamos, os integrantes são de Lima, a música No Love, é linda, a banda surgiu no cenário alternativo, mas fez tanto sucesso que tomou proporções de bandas das grandes gravadoras.


Saiba mais:












quarta-feira, 12 de março de 2008

Conhecendo o Peru

foto das construções de macchu picchu
O Peru é um país da América do Sul que reúne riqueza cultural em meio a cenários exuberantes, guarda em sua história enigmas e mistérios que até hoje impressionam os estudiosos. A língua oficial no Perú é o espanhol, mais de 80 % da população usa este idioma, 16,5% dos peruanos tem o " Quechua " como primeiro idioma, os restantes falam outras línguas nativas, como os diversos idiomas utilizados pelos nativos da Selva Amazónica.
Tem aproximadamente 23 milhões de habitantes distribuídos numa superfície de 1.285.216 Km², compreendendo três regiões: a costa, a cerra e a selva, abrigando os Andes (a mais extensa cadeia montanhosa do mundo) e a cidade de Machu Picchu, construída pela civilização Inca, cujo o último imperador foi executado em 1533 por Francisco Pizarro, conquistador espanhol.
A capital do Peru é Lima, além desta, Cuzco e Arequipa são outras duas cidades famosas por suas muralhas incas, Igrejas barrocas e casarios coloniais. imagem da noite de lima
Curiosidades
Arte popular em Perú O artesanato peruano encontra-se entre os mais variados do mundo. Sua diversidade, colorido, criatividade e múltiple funcionalidade fazem dela uma atividade fundamental não só para a configuração da identidade peruana senão também para a supervivência de miles de famílias e ainda de povos inteiros, como Sarhua e Quinua, em Ayacucho.
Festas e rituais de Perú No Perú celebram-se perto de 3.000 festas populares ao ano. A maioría delas se organiza ao redor de um santo patrono e inscreve-se dentro de um calendário cristão adotado na época colonial, mas cuidadosamente fusionado à crenças mágico-religiosas de uma região particular.
Fatos típicos de Perú Nas zonas rurais de Perú, o fato é um importante distintivo, fruto do sincretismo dos elementos prehispánicos com a roupa europeia que foi necessário levar durante o período colonial
Danças e instrumentos de Perú Graças a recentes descobrimentos arqueológicos de instrumentos musicais, se sabe que em Perú a música se remonta pelo menos uns 10.000 anos de antigüidade
Perú, paraíso imagem de um prato de pachamancagastronómico A boa cozinha peruana tem muita fama: é uma das melhores de América Latina. O "cebiche", a "pachamanca", o "chupe de camarones", o "ají de gallina", e o "juane", são alguns dos inumeráveis pratos que deleitam a todos os peruanos. A qualidade e a variedade associam-se a várias razões






Fonte:
http://viajeaqui.abril.com.br
http://viagemeturismo.abril.com.br/
http://www.masitravel.com/info/infopt.htm